Letra A

Adernamento: É a inclinação para um dos bordos da embarcação; o navio pode estar adernado a bombordo ou a boreste e seu adernamento é medido em graus. (Arte Naval p. 86)

Agulheiro: Pequena escotilha, circular ou elíptica, destinada ao serviço de um paiol, praça de máquinas, etc. (Arte Naval p. 27 1-83 e 322 6-36 a.4)

Alojamentos: Compartimentos destinados a alojar mais de 4 (quatro) passageiros ou tripulantes. (Arte Naval p. 26 1-77)

Alboios: Aberturas no convés para iluminar e ventilar compartimentos da embarcação. Têm estrutura metálica, tampas estanques, com ou sem vidro, fixos ou não. (Arte Naval p. 37 1-149 e 322 6-36 a.3)

Alidade: Aparelho ótico que indica o ângulo de um "alvo" em relação à embarcação. Utilizado na navegação costeira visual.

Amarra: Cadeia de elos especiais com ou sem malhetes (nos navios pequenos pode-se usar corrente ou cabo de arame). Tem a função de aguentar a força de fundeio da âncora nos fundeadouros. (Arte Naval p. 38 1-153 e 543 10-11 a.)

Amarração ou Atracação: Operação de amarrar um navio ao cais ou a outro. (Arte Naval p. 634)

Amurada: Denominação da parte interna do costado do navio, mais comumente utilizado para indicar a parte interna borda falsa do navio. (Arte Naval p. 05)

Âncora: Peça de formato especial e peso conveniente, e que, presa à extremidade de uma amarra, agüenta a embarcação no fundeadouro ou ancoradouro. (Arte Naval p. 38, 533 e 658)

Ancorar: É a ação de lançar âncoras ao fundo, para manter a embarcação segura por meio de suas amarras no ancoradouro ou fundeadouro. (Arte Naval p. 638)

Anéis ou Cavernas Gigantes: Cavernas reforçadas contínuas, formando anéis com os vaus reforçados do convés e das cobertas. (Arte Naval p. 09)

Anteparas: São separações verticais que subdividem em compartimentos o espaço interno do casco, em cada pavimento. Também concorrem para manter a forma e aumentar a resistência do navio. Podem ser transversais ou longitudinais, estanques ou não. (Arte Naval p. 15)

Área de flutuação: É a área do casco, definida por uma das linhas de flutuação da embarcação. (Arte Naval p. 54 2-7)

A ré: (AR) Expressão usada para definir toda e qualquer coisa que se situe na região de popa da embarcação. (Arte Naval p. 03)

Arfagem: É o jogo do navio no sentido de proa para popa, ou seja no sentido longitudinal da embarcação. É também chamado de caturro. (Arte Naval p. 697)

Arinque: Cabo que é preso à âncora e a uma bóia (bóia de arinque). Esta bóia tem a função de mostrar a localização da âncora, quando o navio está fundeado. (Arte Naval p. 563)

Armador: Pessoa ou empresa que, à sua custa, equipa, mantém e explora comercialmente embarcação mercante.

Arranjo: Distribuição genérica e particular dos espaços e dos equipamentos específicos nos diversos covéses, de acordo com a tipologia e o porte da embarcação.

Atracação: É a manobra executada para atracar o navio. (Arte Naval p. 626)

Atracar: É a ação de manter o navio encostado a um cais de um porto ou a outro navio. (Arte Naval p. 626)

Autonomia: É o tempo máximo e/ou distância máxima que uma embarcação pode permanecer navegando sem necessidade de reabastecimento de viveres e/ou combustível. (Arte Naval p. 661 e 665)

Avanço: Impulso ou marcha da embarcação para a frente.

A vante: (AV) Expressão usada para definir toda e qualquer coisa que se situe na região de proa da embarcação. (Arte Naval p. 03 e 773)

Avaria: São os danos causados à embarcação por atos involuntários ou voluntários. (Arte Naval p. 773)

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